Conforme divulgado recentemente pela mídia, o Brasil se comparado a outros países no que se refere ao serviços de Banda Larga oferecido no país, está atrás de Gana e Cazaquistão.
A conclusão é que a qualidade do serviço realmente é uma afronta aos consumidores. O que ainda aumenta nossa indignação, é que todos esses desmandos são cometidos, sem qualquer manifestação dos órgãos responsáveis diretamente pela fiscalização do serviço.
Segundo as informações registradas no PROCON, as empresas ligadas a telefonia são as que mais recebem reclamações. Esse fato realmente é lamentável, num país que pretende e necessita com suas políticas públicas, ampliar cada vez mais a tão necessária “inclusão digital”.
No Brasil, para que a inclusão digital seja promovida e ampliada com acessos a um maior número de usuárias de forma correta é necessário antes de mais nada a seguinte providência:
Acabar com a Banda Podre e implementar um projeto eficiente de Banda Larga.
Segundo reportagem do JT de 26/02/11, o Estado de SPaulo, a Assembléia Legislativa de SP, aprova no apagar das luzes de 2010 (27/12/10) Lei complementar nr. 1131.
Dessa forma O SUS/SP, vende a saúde pública aos planos privados, uma vez que estes não estão dando conta de seu próprio recado.
Em outras palavras o Estado está privatizando a saúde pública (somente o Filé mignon), segundo a reportagem, abrindo dessa forma mais duas portas ao já precário atendimento a população.
A porta dos “descamisados” os que necessitam do serviço gratuito, e a porta para os privilegiados (os que pagam convênios).
E tudo isso sem consultar a população interessada.
Mais um fato LAMENTÁVEL decidido por interesses que certamente não atendem ao anseio da grande maioria.
Precisamos EFETIVAMENTE abri uma única porta ao povo, chega de sub-categorias no Brasil.